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    PLACARMOS-TOS

    sincicial | adj. 2 g.

    Relativo a sincício ou massa multinucleada de citoplasma resultante da fusão de células (ex.: estrutura sincicial)....


    Relativo à formação de ateromas nas paredes internas das artérias (ex.: dieta aterogénica, índice aterogénico elevado, placa aterogénica)....


    Relativo a aterosclerose (ex.: placa aterosclerótica)....


    Relativo a sinalética (ex.: sistema sinalético)....


    armatura | n. f.

    Placa metálica de um condensador....


    laje | n. f.

    Pedra chata ou mosaico com que se cobrem pavimentos....


    osteodermo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que tem a pele muito dura ou coberta de placas ósseas....


    palheta | n. f. | n. f. pl.

    Lâmina ou pequena placa....


    xantelasma | n. m.

    Bolha amarelada e saliente que aparece no ângulo interno dos olhos, nas pálpebras, devida a depósitos intradérmicos de colesterol....


    claquete | n. f.

    Pequeno painel de duas placas, com as referências de cada cena filmada, para facilitar a montagem posterior....


    placagem | n. f.

    No râguebi, ação de agarrar o adversário para o impedir de prosseguir com a bola....


    placa-mãe | n. f.

    Placa de circuito impresso que serve como base de instalação para os componentes de um computador....


    motherboard | n. f.

    Placa de circuito impresso que serve como base de instalação para os componentes de um computador....


    isostasia | n. f.

    Estado de equilíbrio ou de reequilíbrio gravitacional das placas da crosta terrestre e do manto superior....


    tatuí | n. m.

    Pequeno tatu, encontrado no Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai, com carapaça de seis ou sete placas móveis....


    quebra-sol | n. m.

    Conjunto de placas colocadas numa fachada de um edifício para quebrar a incidência direta dos raios solares....


    brise | n. m.

    Conjunto de placas colocadas numa fachada de um edifício para quebrar a incidência direta dos raios solares....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?