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    picotavam-tos

    picotagem | n. f.

    Ato ou efeito de picotar....


    picote | n. m.

    Pano grosseiro de lã....


    picotilho | n. m.

    Variedade de picote menos grosso....


    picoto | n. m.

    Cume ou pico elevado e agudo de um monte....


    papel-toalha | n. m.

    Tira de papel absorvente descartável, geralmente disposta em rolos de folhas picotadas, utilizada para secar ou limpar. (Equivalente no português de Portugal: papel de cozinha.)...


    picotado | adj. | n. m.

    Que se picotou....


    picaroto | n. m. | adj. n. m.

    Ponto mais alto de monte, montanha, etc....


    picota | n. f.

    Pau a prumo que servia de pelourinho....


    picoteiro | n. m.

    Designação dada a várias aves passeriformes da família dos bombicilídeos, do género Bombycilla....


    galdrope | n. m.

    Cabo que auxilia a manejar o leme....


    empicotar | v. tr.

    Pôr no pico, no cume....


    picotar | v. tr.

    Cortar com o picador....


    papel | n. m. | n. m. pl.

    Folha seca e fina feita com toda a espécie de substâncias vegetais reduzidas a massa, para escrever, imprimir, embrulhar, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.