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    permutáramos-mos

    impermutável | adj. 2 g.

    Que não se pode permutar ou trocar....


    interativo | adj.

    Diz-se de fenómenos que reagem uns sobre os outros....


    câmbio | n. m.

    Permutação, escambo....


    troca | n. f.

    Ato ou efeito de trocar....


    trocado | adj. | n. m.

    Que se trocou ou que foi objeto de troca....


    permuta | n. f.

    Câmbio, troca, substituição, transposição....


    alborque | n. m.

    Permutação; troca....


    alcavala | n. f.

    Antigo imposto pago pelo vassalo ao senhor feudal....


    permutador | adj. n. m.

    Que ou aquele que permuta ou troca....


    permutante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem faz uma permuta (ex.: as partes permutantes aceitam as condições; o imposto é devido pelo permutante que receber os bens de valor mais elevado)....


    mercado | n. m. | adj.

    Lugar público coberto ou ao ar livre onde se compram mercadorias postas à venda....


    alborcar | v. tr.

    Dar ou receber por alborque....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?