Pesquisa nas Definições por:

    permitida

    bipedal | adj. 2 g.

    Relativo aos bípedes....


    Que concede ou relativo a concessão....


    Diz-se de um dispositivo que permite, por meio de eletricidade, comandar à distância aparelhos mecânicos....


    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    proibido | adj.

    Que não é autorizado (ex.: relacionamento proibido)....


    fático | adj.

    Que permite estabelecer a comunicação entre os interlocutores e testar o canal de comunicação (ex.: função fática da linguagem)....


    multitoque | adj. 2 g.

    Que permite detetar múltiplos toques com os dedos (ex.: ecrã multitoque)....


    Que participa ativamente nalguma atividade ou tarefa....


    ecossustentável | adj. 2 g.

    Que permite manter ou conservar o equilíbrio ecológico (ex.: desenvolvimento ecossustentável)....


    antirretorno | adj. 2 g. 2 núm.

    Que não permite que o fluido transportado volte para trás ou circule na direção contrária (ex.: válvula antirretorno)....


    aeronavegável | adj. 2 g.

    Que permite a navegação aérea com segurança (ex.: o avião está aeronavegável)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?