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    PERMITI-AS

    bipedal | adj. 2 g.

    Relativo aos bípedes....


    Que concede ou relativo a concessão....


    Diz-se de um dispositivo que permite, por meio de eletricidade, comandar à distância aparelhos mecânicos....


    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    proibido | adj.

    Que não é autorizado (ex.: relacionamento proibido)....


    fático | adj.

    Que permite estabelecer a comunicação entre os interlocutores e testar o canal de comunicação (ex.: função fática da linguagem)....


    multitoque | adj. 2 g.

    Que permite detetar múltiplos toques com os dedos (ex.: ecrã multitoque)....


    Que participa ativamente nalguma atividade ou tarefa....


    ecossustentável | adj. 2 g.

    Que permite manter ou conservar o equilíbrio ecológico (ex.: desenvolvimento ecossustentável)....


    antirretorno | adj. 2 g. 2 núm.

    Que não permite que o fluido transportado volte para trás ou circule na direção contrária (ex.: válvula antirretorno)....


    aeronavegável | adj. 2 g.

    Que permite a navegação aérea com segurança (ex.: o avião está aeronavegável)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.