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    peritando-os

    adestrado | adj.

    Que se adestrou; hábil; perito....


    encartado | adj.

    Que tem diploma para poder exercer determinada profissão ou atividade....


    imperito | adj.

    Que tem falta de perícia....


    pericial | adj. 2 g.

    Relativo a perícia ou a perito (ex.: a juíza determina a realização de prova pericial)....


    versado | adj.

    Que tem prática, experiência, conhecimento....


    Relativo a aerobalística (ex.: perito aerobalístico)....


    caloiro | n. m.

    Estudante do primeiro ano de um curso superior....


    jurado | adj. | n. m.

    Que jurou ou prestou juramento....


    sismólogo | n. m.

    Aquele que é perito em sismologia....


    sociólogo | n. m.

    Homem perito em sociologia....


    periciamento | n. m.

    Ato ou efeito de submeter à análise ou ao exame de um perito (ex.: periciamento de atestado médico; periciamento de veículos)....


    herpetólogo | n. m.

    Aquele que é perito em herpetologia....


    perícia | n. f.

    Sabedoria, prática, experiência, habilidade em alguma ciência ou arte....


    tático | adj. | n. m.

    Relativo à tática....


    unha | n. f. | n. f. pl.

    Lâmina córnea que reveste a extremidade dorsal dos dedos....


    principiante | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que está em princípio ou que principia....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?