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    perdoai-nos

    implacável | adj. 2 g.

    Que não se pode aplacar ou abrandar....


    ignoscente | adj. 2 g.

    Que perdoa; indulgente....


    absolto | adj.

    Que foi absolvido ou perdoado....


    Não devemos acusar os mortos porque eles não se podem defender....


    relevamento | n. m.

    Ato ou efeito de relevar, de perdoar ou de desculpar....


    amnistia | n. f.

    Ato do poder legislativo que perdoa um facto punível, suspende as perseguições e anula as condenações....


    esponja | n. f.

    Género de animais aquáticos da classe dos celenterados espongiários....


    indulgente | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que tem disposição para perdoar ou desculpar....


    pecado | n. m.

    Transgressão de preceito religioso....


    relevador | adj. n. m.

    Que ou aquele que releva, que perdoa....


    perdoador | adj. n. m.

    Que ou o que perdoa facilmente....


    perdoado | adj.

    Que se perdoou ou que recebeu perdão....


    desacoimar | v. tr.

    Perdoar ou aliviar a coima a....


    desculpar | v. tr. | v. pron.

    Conceder desculpa a; não fazer caso de....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?