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    percebemos-to

    apercetivo | adj.

    Que tem a faculdade de perceber....


    Desprovido ou desguarnecido de provisões ou apercebimentos....


    hem | interj.

    Expressão usada, com entoação interrogativa, para indicar que não se percebeu o que foi dito e que se pretende que o interlocutor repita (ex.: Hem? Como disse?)....


    intuitivo | adj.

    Relativo a intuição (ex.: capacidade intuitiva)....


    nicles | adv. | pron. indef.

    Expressa negação; de modo nenhum (ex.: o gato dorme o dia todo, mas caçar, nicles)....


    percetivo | adj.

    Que tem a facilidade de perceber....


    Que pode perceber ou ouvir qualquer bulha por mais pequena que seja....


    serrátil | adj. 2 g.

    Disposto em forma de serra....


    tangível | adj. 2 g.

    Que pode ser tocado ou apalpado....


    percetor | adj.

    Que tem a faculdade de perceber....


    extrassensorial | adj. 2 g.

    Que ultrapassa aquilo que pode ser percebido pelos sentidos (ex.: perceção extrassensorial)....


    percipiente | adj. 2 g.

    Que percebe ou tem facilidade em perceber....


    Completamente aberto (ex.: janela escancarada)....


    in albis | loc.

    Sem ter estudado, sem ter lido, sem ter tido conhecimento ou sem ter percebido....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.