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    pelou-os

    almarado | adj.

    De cabeça pelada em várias partes....


    Parecido (na cor da carne ou da pele) com o salmão....


    atigrado | adj.

    Que é semelhante ao tigre....


    calafriado | adj.

    Que experimenta calafrio ou contração rápida da pele com sensação de frio....


    lepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de delgado, fino, miúdo (ex.: leptodonte)....


    corticento | adj.

    Que tem o aspeto ou a natureza da cortiça....


    cutâneo | adj.

    Da pele ou a ela relativo; da cútis....


    dermático | adj.

    Relativo ao derma ou à pele....


    dicroico | adj.

    Que apresenta o fenómeno do dicroísmo (ex.: mineral dicroico)....


    Da esferística ou a ela relativo; do jogo da pela....


    exuviável | adj. 2 g.

    Que pode mudar de pele ou exosqueleto, conservando a mesma forma....


    Diz-se dos preparados que conservam a maciez e frescura da pele....


    Diz-se dos ofídios sem escamas na pele....


    lioderme | adj. 2 g.

    Que tem pele lisa....


    Que tem a pele negra (ex.: a amostra inclui pacientes feodérmicos, leucodérmicos e melanodérmicos)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?