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    pecassem-tas

    impecável | adj. 2 g.

    Que se apresenta sem erros ou falhas....


    imaculado | adj.

    Que não tem mácula, pecado ou falha....


    pecável | adj. 2 g.

    Suscetível de pecar....


    petisseco | adj.

    Peco; murcho; entanguido....


    venial | adj. 2 g.

    Digno de vénia; perdoável (pecado ou falta)....


    peccavi | interj.

    Exclamação do rei David, depois de confundido pela parábola do Rico e do Pobre do profeta Natã; emprega-se para significar que se confessam os erros....


    escândalo | n. m.

    Ato que pode induzir outrem a mal, a erro ou a pecado; mau exemplo....


    imaculatismo | n. m.

    Doutrina religiosa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, mãe de Jesus, que, segundo o dogma católico, foi concebida sem pecado....


    lapso | n. m. | adj.

    Ato de escorregar; escorregadela....


    meijengro | adj. | n. m.

    Que não se desenvolveu ou que definhou....


    pequice | n. f.

    Ato ou dito de peco....


    comisso | n. m.

    Pena em que incorre o que falta a determinadas condições impostas por contrato ou por uma lei....


    culpa | n. f.

    Falta voluntária contra o dever; omissão; desleixo....


    peso | n. m.

    Qualidade do que é pesado....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.