Pesquisa nas Definições por:

    patrocinou-mos

    tuição | n. f.

    Ato de defender ou patrocinar; defesa judicial....


    patronesse | n. f.

    Mulher que protege ou patrocina uma obra de caridade....


    mundial | adj. 2 g. | n. m.

    Do mundo ou a ele relativo....


    patrão | n. m.

    Proprietário ou chefe de uma empresa industrial ou comercial, em relação aos funcionários, operários ou outros empregados....


    patrocinato | n. m.

    Ato de patrocinar; patrocínio....


    patrono | n. m.

    Padroeiro, protetor, defensor, padrinho....


    amparar | v. tr. | v. pron.

    Ajudar a ficar de pé (o que está para cair)....


    apadrinhar | v. tr.

    Tomar (a alguém) por afilhado....


    copatrocinar | v. tr.

    Patrocinar algo ou alguém juntamente com outrem....


    defender | v. tr. | v. pron.

    Tomar a defesa de....


    patronear | v. tr. | v. intr.

    Dirigir como patrão....


    proteger | v. tr. e pron. | v. tr.

    Preservar ou preservar-se de mal, de perigo ou de efeitos negativos....


    copatrocinador | adj. n. m.

    Que ou quem patrocina algo ou alguém juntamente com outrem....


    assistir | v. tr.

    Estar presente; ser testemunha ou espetador....


    patrocinante | adj. 2 g.

    Que patrocina ou que faz o patrocínio de....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.