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    pastardes-tos

    belfo | adj.

    Que tem pendente ou mais grosso o beiço inferior....


    samica | adv.

    Talvez; porventura (ex.: a ovelha era samica do rebanho que pastava na encosta)....


    Cuja resistividade diminui quando a temperatura aumenta (ex.: fluidos termocondutores; material termocondutor; pasta termocondutora)....


    alimento | n. m. | n. m. pl.

    O que serve para conservar a vida aos animais ou aos vegetais....


    almargeal | n. m.

    Terreno apaulado que tem pasto ou almargem....


    almargem | n. m.

    Terreno destinado a pasto....


    cevo | n. m.

    Isca (para caça ou pesca)....


    delícia | n. f.

    Prazer que consola os sentidos e o espírito....


    devesal | n. m.

    Lugar abundante de árvores ou pasto....


    exido | n. m.

    Terreno inculto nos arredores de uma povoação, para passeio, exercícios, pasto, etc....


    gabinete | n. m.

    Compartimento reservado....


    gadanha | n. f.

    Colher grande, funda e de cabo comprido, geralmente usada para servir sopa ou outros alimentos líquidos....


    gadanho | n. m.

    Utensílio composto por um cabo longo e direito que termina com uma lâmina larga disposta perpendicularmente, um pouco curva na ponta, usado para segar ervas de pasto ou feno....


    meirinho | n. m. | adj.

    Antigo empregado judicial correspondente ao moderno oficial de justiça....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?