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    parafinavas

    lápis | n. m. 2 núm.

    Artefacto, geralmente de madeira, cilíndrico, comprido e fino, cujo interior contém uma barra de grafite para escrever ou desenhar (ex.: para a prova de desenho, é preciso levar papel, lápis e borracha)....


    ozoterite | n. f.

    Substância betuminosa que se encontra na terra e de que se extrai a parafina....


    estêncil | n. m.

    Material plano e fino, que permite imprimir e reproduzir algo numa superfície através das aberturas ou cortes que se preenchem com tinta....


    ambrina | n. f.

    Designação dada a várias plantas herbáceas da família das quenopodiáceas, do género Chenopodium, com folhas mais ou menos triangulares, vulgares nas lavouras e nos baldios....


    giz | n. m.

    Variedade de carbonato de cal usado como lápis branco....


    parafina | n. f.

    Substância cerácea que é constituída por uma mistura de hidrocarbonetos saturados e resíduo de destilação do petróleo, usada no fabrico de velas, entre outras utilizações....


    parafinaria | n. f.

    Fábrica de velas e outros produtos de parafina....


    dieletrina | n. f.

    Matéria plástica, feita de enxofre e parafina, empregada como isolante em eletricidade....


    alcano | n. m.

    Nome genérico dos hidrocarbonetos saturados acíclicos....


    desparafinar | v. tr.

    Tirar parafina de (ex.: desparafinar petróleo)....


    fleumatizante | adj. 2 g. n. m.

    Que ou substância que se adiciona a um explosivo para o tornar mais estável ou menos sensível à detonação acidental (ex.: agente fleumatizante; os fleumatizantes típicos incluem a cera, o papel, a água e a parafina, entre outros)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.