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    pacificarmos-tos

    irenismo | n. m.

    Atitude de compreensão, conciliação, pacificação relativamente a disputas entre cristãos de confissões diferentes....


    pacificador | adj. n. m.

    Que ou aquele que pacifica....


    Ave (Ardenna pacifica) da família dos procelariídeos....


    Ave passeriforme (Drepanis pacifica) da família dos fringilídeos....


    apagar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e pron. | v. intr. e pron.

    Fazer acabar ou desaparecer a luz ou o lume de (ex.: apague o cigarro; a vela é pequena, apaga rápido; o segundo fósforo também se apagou)....


    apaziguar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou ficar calmo ou pacífico....


    conciliar | v. tr. e pron.

    Pôr de acordo ou chegar a acordo com....


    pacificar | v. tr. e pron.

    Restituir(-se) a paz....


    pagar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar o preço estipulado por (coisa vendida ou serviço feito)....


    reconciliar | v. tr. | v. pron.

    Restabelecer o acordo entre pessoas que se tinham malquistado....


    serenar | v. tr. | v. intr.

    Tornar sereno....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?