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    ozonando

    ozono | n. m.

    Gás ligeiramente azulado, de cheiro aliáceo, constituído por três átomos de oxigénio, e que se desenvolve sob a influência das descargas elétricas....


    ozonometria | n. f.

    Método de verificar a presença do ozono e de determinar a sua quantidade....


    ozonómetro | n. m.

    Aparelho para determinar a quantidade de ozono contida num gás....


    ozonosfera | n. f.

    Região da atmosfera que concentra a maior parte do ozono atmosférico e que constitui uma barreira à passagem dos raios ultravioletas....


    ozónio | n. m.

    Gás ligeiramente azulado, de cheiro aliáceo, constituído por três átomos de oxigénio, e que se desenvolve sob a influência das descargas elétricas....


    ozone | n. m.

    O mesmo que ozono....


    Cada um dos compostos que contêm carbono, cloro e flúor, e que foram muito usados em aerossóis, sistemas de refrigeração, solventes, etc., hoje considerados causa de destruição da camada de ozono (sigla: CFC)....


    ozona | n. f.

    O mesmo que ozono....


    ozonizar | v. tr.

    Combinar com o ozono, transformar em ozono....


    camada | n. f.

    Porção de coisas da mesma espécie estendidas à mesma altura sobre uma superfície....


    ozonar | v. tr.

    Impregnar de ozono....


    protetor | adj. | n. m.

    Que protege (ex.: camada protetora do ozono)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.