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    ofereceras-vos

    arriscado | adj.

    Perigoso; que oferece risco....


    viável | adj. 2 g.

    Que pode ser percorrido, que não oferece obstáculos....


    votivo | adj.

    Relativo a voto....


    resistivo | adj.

    Que oferece resistência....


    ex dono | loc.

    Usa-se para indicar que certo objeto, numa coleção, foi oferecido por alguém....


    oblato | adj.

    Que se obtém pela rotação de uma elipse em torno do seu eixo menor (ex.: elipsoide oblato; esfera oblata)....


    livra | interj.

    Exprime advertência de perigo ou desafogo depois de passado um perigo....


    prestante | adj. 2 g.

    Que presta, que serve....


    armilústria | n. f.

    Festa que os romanos celebravam no monte Aventino, passando-se revista às legiões e oferecendo-se um sacrifício pela prosperidade dessas legiões....


    escanção | n. m.

    Profissional especializado em vinhos nos restaurantes....


    keepsake | n. m.

    Álbum que se oferece com alguma produção do oferente....


    vítima | n. f.

    Pessoa ou animal oferecida em sacrifício aos deuses ou num ritual religioso....


    Reunião ou festa em que se oferecem à noiva presentes para a cozinha ou para a casa....


    Reunião ou festa em que se oferecem à noiva presentes para a cozinha ou para a casa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.