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    ofendas-ta

    afrontado | adj.

    Injuriado; ofendido; incomodado....


    aviltante | adj. 2 g.

    Que avilta ou ofende a dignidade....


    doído | adj.

    Que sente dor....


    grabado | adj.

    Magoado, ofendido....


    magoado | adj.

    Que tem ferida, contusão ou dor física; que se magoou....


    picadinho | adj.

    Que se melindra com facilidade; que se ofende por qualquer futilidade....


    timorato | adj.

    Que teme errar, que receia ofender, que não se atreve a atuar ou a executar....


    Erro ou acidente na execução do delito que leva o criminoso a atingir pessoa diversa da que pretendia ofender....


    A fome tem obrigado muita gente ao atropelo do direito e da justiça, e a procurar ações censuráveis ou indignas ou que ofendem terceiros....


    escândalo | n. m.

    Ato que pode induzir outrem a mal, a erro ou a pecado; mau exemplo....


    melindre | n. m.

    Tendência para se ofender ou para se constranger....


    punhal | n. m.

    Arma branca curta e perfurante....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?