Pesquisa nas Definições por:

    nomeio-mos

    Feito de viva voz (ex.: testamento nuncupativo)....


    Usa-se para acrescentar, destacar, especificar ou pormenorizar informação (ex.: ainda há algumas dúvidas, nomeadamente em relação à segurança)....


    Expressão inglesa que se aplica a todo aquele que é nomeado para o cargo apropriado às suas faculdades e talentos....


    parti pris | loc.

    Opinião ou ponto de vista preconcebido e inflexível (ex.: não há qualquer parti pris em relação às nomeações)....


    memória | n. f. | n. f. pl.

    Faculdade pela qual o espírito conserva ideias ou imagens, ou as readquire sem grande esforço....


    penhora | n. f.

    O ato de penhorar....


    protutor | n. m.

    Indivíduo nomeado pelo conselho de família para exercer a tutela conjuntamente com o tutor, vigiando os atos deste....


    provisão | n. f.

    Ato ou efeito de prover....


    reputação | n. f.

    Conceito; opinião pública, favorável ou desfavorável....


    nominata | n. f.

    Lista de nomes ou de palavras....


    preposto | adj. | n. m.

    Que se prepôs....


    aparelhismo | n. m.

    Proveito que um partido ou grupo obtém através da nomeação dos seus membros para o aparelho de Estado (ex.: combate ao aparelhismo)....


    anticardeal | n. m.

    Cardeal nomeado por um antipapa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?