Pesquisa nas Definições por:

    nomeados

    Feito de viva voz (ex.: testamento nuncupativo)....


    Usa-se para acrescentar, destacar, especificar ou pormenorizar informação (ex.: ainda há algumas dúvidas, nomeadamente em relação à segurança)....


    Expressão inglesa que se aplica a todo aquele que é nomeado para o cargo apropriado às suas faculdades e talentos....


    parti pris | loc.

    Opinião ou ponto de vista preconcebido e inflexível (ex.: não há qualquer parti pris em relação às nomeações)....


    memória | n. f. | n. f. pl.

    Faculdade pela qual o espírito conserva ideias ou imagens, ou as readquire sem grande esforço....


    penhora | n. f.

    O ato de penhorar....


    protutor | n. m.

    Indivíduo nomeado pelo conselho de família para exercer a tutela conjuntamente com o tutor, vigiando os atos deste....


    provisão | n. f.

    Ato ou efeito de prover....


    reputação | n. f.

    Conceito; opinião pública, favorável ou desfavorável....


    nominata | n. f.

    Lista de nomes ou de palavras....


    preposto | adj. | n. m.

    Que se prepôs....


    aparelhismo | n. m.

    Proveito que um partido ou grupo obtém através da nomeação dos seus membros para o aparelho de Estado (ex.: combate ao aparelhismo)....


    anticardeal | n. m.

    Cardeal nomeado por um antipapa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.