Pesquisa nas Definições por:

    negativou-os

    favado | adj.

    Que se gorou; que teve resultado negativo....


    figadal | adj. 2 g.

    Relativo ao fígado....


    Diz-se das proposições que, tendo o mesmo sujeito e o mesmo atributo, diferem entre si por uma ser afirmativa e a outra negativa....


    Que impede ou dificulta a existência de vida (ex.: potências térmicas muito elevadas podem ter um efeito bionegativo)....


    renuente | adj. 2 g.

    Que renui, recusa....


    apofático | adj.

    Relativo a apófase ou a negação, refutação ou contestação....


    chantagem | n. f.

    Tentativa de obtenção de dinheiro ou favores com ameaça de escândalo ou outras consequências nefastas, no caso de negativa....


    défice | n. m.

    Saldo negativo no orçamento do Estado....


    faca | n. f.

    Instrumento cortante, formado de uma lâmina e de um cabo....


    labéu | n. m.

    Facto ou aspeto negativo na reputação....


    mau | adj. | n. m. | interj.

    De qualidade fraca ou insuficiente (ex.: mau texto)....


    represália | n. f.

    Dano que se faz sofrer a outrem, como indemnização ou resposta em relação a outro dano causado por esse outrem....


    carbanião | n. m.

    Anião orgânico em que a carga negativa está num átomo de carbono....


    dianião | n. m.

    Anião que tem duas cargas negativas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.