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Que se amoriscou....
Que tomou compromisso....
Que gosta de namorar....
Mudável....
Que se descomprometeu....
A mulher que se ama....
Que ama alguém....
Combinação para entrevista amorosa....
Nome que os antigos davam à girafa....
Espécie de batata grande da América do Sul....
Ato de galantear....
Indivíduo que se atavia para namorar; casquilho....
Mulher jovem....
Namoro....
Moça, rapariga; criança do sexo feminino....
As raparigas; as namoradas....
Pessoa que não tem ocupação ou não faz nada....
Pontapé forte na bola (ex.: chute de fora da área)....
Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.
1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?
2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.
Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?