Pesquisa nas Definições por:

    namorara

    amada | n. f.

    A mulher que se ama....


    amante | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m.

    Que ama alguém....


    arranjinho | n. m.

    Combinação para entrevista amorosa....


    camote | n. m.

    Espécie de batata grande da América do Sul....


    gamenho | n. m.

    Indivíduo que se atavia para namorar; casquilho....


    garina | n. f.

    Mulher jovem....


    pequena | n. f.

    Moça, rapariga; criança do sexo feminino....


    pequename | n. m.

    As raparigas; as namoradas....


    quebra-esquinas | n. m. 2 núm.

    Pessoa que não tem ocupação ou não faz nada....


    xodó | n. m.

    Namoro....


    chute | n. m.

    Pontapé forte na bola (ex.: chute de fora da área)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.