Pesquisa nas Definições por:

    multai-te

    Muitas coisas em poucas palavras (ex.: os melhores escritores são os que sabem dizer multa paucis)....


    Diz-se falando de resultados que valem menos pelo número do que pela importância....


    Expressão usada para elogiar a pertinência das palavras e o poder de síntese....


    sobretaxa | n. f.

    Quantia suplementar que acresce aos preços ou tarifas ordinárias....


    coima | n. f.

    Castigo ou pena que consiste num pagamento; sanção pecuniária....


    encouto | n. m.

    Multa (por uso defeso)....


    multa | n. f.

    Ato ou efeito de multar....


    testação | n. f.

    Coima; multa; cominação de pena....


    astreinte | n. f.

    Multa aplicada a uma parte que não cumpriu uma decisão judicial, proporcional aos dias de atraso no pagamento....


    pena | n. f.

    Punição ou castigo imposto por lei a algum crime, delito ou contravenção....


    fila | n. f.

    Alinhamento sequencial de coisas (ex.: fila de carros)....


    tabela | n. f.

    Suporte onde se faz um registo de informações, organizado em linhas e colunas (ex.: tabela de preços)....


    autocaravanista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a autocaravanismo, à forma de turismo ou de lazer que consiste em viajar e acampar com uma autocaravana (ex.: clube autocaravanista)....


    embarcador | adj. | adj. n. m.

    Que embarca, faz embarcar ou trata do embarque de algo ou alguém....


    acoimar | v. tr.

    Impor coima a....


    enxecar | v. tr.

    Causar enxeco a....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?