Pesquisa nas Definições por:

    moremos-mas

    daninho | adj.

    Que causa danos ou estragos....


    murado | adj.

    Que tem muro; rodeado de muro....


    Segundo aconselha Santo Ambrósio, devemo-nos conformar com os costumes do país em que nos achamos; equivalente a "por onde vás, assim como vires, assim farás"....


    dano | n. m.

    Estrago; prejuízo....


    ortofrenia | n. f.

    Arte de corrigir as tendências morais ou intelectuais....


    remédio | n. m.

    Qualquer substância de que se faz uso para combater doenças ou indisposições físicas; medicamento....


    repúblico | adj. | n. m.

    Relativo aos interesses da comunidade, de todos os cidadãos....


    darma | n. m.

    No hinduísmo, conjunto dos princípios religiosos e morais que regem a conduta individual e social....


    cultura | n. f.

    Ato, modo ou efeito de cultivar....


    gato-pingado | n. m.

    Empregado de agência funerária que trata das cerimónias de enterro....


    herói | n. m.

    Pessoa de grande coragem ou autora de grandes feitos....


    mansão | n. f.

    Residência, morada....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?