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    morarmos-tos

    daninho | adj.

    Que causa danos ou estragos....


    murado | adj.

    Que tem muro; rodeado de muro....


    Segundo aconselha Santo Ambrósio, devemo-nos conformar com os costumes do país em que nos achamos; equivalente a "por onde vás, assim como vires, assim farás"....


    dano | n. m.

    Estrago; prejuízo....


    ortofrenia | n. f.

    Arte de corrigir as tendências morais ou intelectuais....


    remédio | n. m.

    Qualquer substância de que se faz uso para combater doenças ou indisposições físicas; medicamento....


    repúblico | adj. | n. m.

    Relativo aos interesses da comunidade, de todos os cidadãos....


    darma | n. m.

    No hinduísmo, conjunto dos princípios religiosos e morais que regem a conduta individual e social....


    cultura | n. f.

    Ato, modo ou efeito de cultivar....


    gato-pingado | n. m.

    Empregado de agência funerária que trata das cerimónias de enterro....


    herói | n. m.

    Pessoa de grande coragem ou autora de grandes feitos....


    mansão | n. f.

    Residência, morada....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?