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    modelamos-tos

    Que serve para explanar (ex.: modelo explanatório; parte explanatória do texto)....


    ficcional | adj. 2 g.

    Relativo à ficção; baseado na ficção....


    para | prep.

    Exprime direção ou lugar de destino (ex.: arrancou para o Sul; a casa está virada para norte)....


    pronominal | adj. 2 g.

    Pertencente ou relativo ao pronome....


    servil | adj. 2 g.

    Relativo a servo ou próprio dele (ex.: condição servil; trabalho servil)....


    tipo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de impressão (ex.: tipofotografia)....


    -plasia | elem. de comp.

    Exprime a noção de formação ou de modelação (ex.: neoplasia)....


    remelhor | adj. 2 g.

    Que é muito melhor (ex.: modelo remelhor)....


    uniformizante | adj. 2 g.

    Que torna uniforme; que uniformiza (ex.: modelo uniformizante)....


    Relativo à geoestatística (ex.: estudo geoestatístico de reservatórios de petróleo; modelo geoestatístico)....


    cedástico | adj.

    Relativo a variância (ex.: curva cedástica; modelo cedástico)....


    Que defende uma uniformidade de leis ou propriedades universais (ex.: modelo uniformitário de mudança geológica; princípio uniformitário de mudança linguística; teoria uniformitária)....


    matrifocal | adj. 2 g.

    Que está centrado na mãe ou na figura materna, estando o pai ou a figura paternal ausente ou sendo pouco relevante (ex.: família matrifocal; modelo matrifocal)....


    académia | n. f.

    Figura feita à vista de modelo vivo (para servir ela própria de modelo)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?