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    misturarmos-mos

    ...


    Corrompido, infetado, contagiado, viciado. (Em energia nuclear, diz-se que uma substância está contaminada quando uma impureza radioativa se mistura com essa substância.)...


    enxebre | adj. 2 g.

    Sem mistura....


    envenenado | adj.

    Que tomou veneno; misturado com veneno ou a quem se propinou veneno....


    envolto | adj.

    Envolvido; turvo; misturado....


    estreme | adj. 2 g.

    Muito puro ou sem mistura....


    frisante | adj. 2 g.

    Que frisa; que vem a propósito....


    imiscível | adj. 2 g.

    Que não admite mistura ou liga....


    impermisto | adj.

    Que não foi misturado (ex.: doutrina impermista)....


    Em que se misturam palavras de diferentes línguas ou se latinizam as terminações....


    miscível | adj. 2 g.

    Que pode ser misturado....


    permisto | adj.

    Que foi muito misturado (ex.: relatos permistos)....


    promíscuo | adj.

    Misturado sem ordem (notando-se na confusão mais de mau que de bom)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.