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    miravam-nos

    barataria | n. f.

    Ato de dar com mira interesseira....


    melusina | n. f.

    Figura nua, meio mulher e meio serpente, que se mira na água....


    mira | n. f.

    Peça que, numa arma de fogo, regula a pontaria....


    mirada | n. f.

    Ato ou efeito de mirar (ex.: deu uma mirada rápida ao anúncio de jornal e virou a página)....


    mirão | n. m.

    Pessoa que vê jogar....


    fito | adj. | n. m.

    Fixo; fincado, imóvel....


    canhoneio | n. m.

    Descarga de tiros de canhão sucessivos (ex.: estava na mira do canhoneio do navio)....


    maça | n. f.

    Arma constituída por um pau curto, piriforme e nodoso ou com puas....


    porta-mira | n. m.

    Indivíduo encarregado da mira, em trabalhos de campo....


    escopo | n. m.

    Local bem determinado a que se aponta para atingir....


    alvo | n. m. | adj. | adj. 2 g. 2 núm.

    Brancura....


    mirante | n. m.

    Ponto elevado, de largo horizonte....


    miradouro | n. m.

    Ponto elevado, de largo horizonte....


    Relativo a telescópio (ex.: miras telescópicas)....


    sentido | adj. | n. m. | interj. | n. m. pl.

    Que se sente, nota ou percebe facilmente (ex.: movimento sentido; sismo sentido)....


    cunha | n. f.

    Peça de ferro que vai diminuindo de grossura até terminar em corte para rachar lenha, fender pedras, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.