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    ministravas-mos

    ministrável | adj. 2 g.

    Que tem probabilidade de ser ministro....


    academia | n. f.

    Sociedade, pública ou privada, de caráter artístico, científico ou literário....


    alvará | n. m.

    Documento que uma autoridade passa a favor de alguém, certificando, autorizando ou aprovando certos atos ou direitos (ex.: alvará de construção)....


    erotemática | n. f.

    Sistema pedagógico que consiste em explicar a doutrina, interrogando depois sobre a explicação ministrada....


    gabinete | n. m.

    Compartimento reservado....


    imã | n. m.

    Ministro da religião muçulmana....


    jurisdição | n. f.

    Faculdade ou poder legal de aplicar as leis e a justiça....


    padre | n. m.

    Pessoa que ministra os sacramentos de uma igreja....


    sacerdócio | n. m.

    Conjunto das funções e dignidade do ministro de um culto qualquer....


    sacerdote | n. m.

    Pessoa que fazia sacrifícios às divindades....


    vizir | n. m.

    Cada um dos principais oficiais do conselho do ex-sultão da Turquia....


    vitimário | n. m. | adj.

    Entre os romanos, ministro encarregado, nos sacrifícios, de ferir a vítima; sacrificador....


    oficineiro | n. m.

    Pessoa que trabalha numa oficina....


    colau | n. m.

    Casa de pasto, na China....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?