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    mimasse-os

    regalado | adj. | adv.

    Que se regalou....


    acocado | adj.

    Que se sente tonto....


    Menino mimado a quem tudo corre bem ou a quem todas as vontades são feitas....


    saguate | n. m.

    Donativo, mimo, presente, especialmente dado em trocas festivas ou como sinal de homenagem....


    borogodó | n. m.

    Grande atração pessoal (ex.: seu borogodó faz com que todos gostem dela)....


    presente | adj. 2 g. | n. m. | interj.

    Que está no lugar onde se fala ou de que se fala....


    mimo | n. m.

    Representação e espetáculo teatral da Antiguidade greco-romana, onde se representavam costumes da época, geralmente com gestos....


    blandícia | n. f.

    Gesto ou demonstração de um sentimento de ternura ou de afeto....


    milha | n. f.

    Antiga medida itinerária terrestre....


    mima | n. f.

    Atriz de comédias burlescas que se servia especialmente do gesto para imitar carateres baixos ou ridículos....


    mimeco | n. m.

    Coisa boa, apetitosa....


    mímico | adj. | n. m.

    Relativo à mímica ou à gesticulação....


    quitute | n. m.

    Comida apetitosa e requintada (ex.: quitutes libaneses)....


    viço | n. m.

    Vigor, força vegetativa das plantas....


    regalo | n. m.

    Ato de se regalar....


    brinde | n. m.

    Ato de beber à saúde de alguém....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?