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    mereces

    acatável | adj. 2 g.

    Que merece ser acatado....


    arrendável | adj. 2 g.

    Que pode ou merece ser arrendado....


    beneficiável | adj. 2 g.

    Que pode ou merece receber benefício ou beneficiação....


    canonizável | adj. 2 g.

    Que pode ou merece ser canonizado....


    castigável | adj. 2 g.

    Que merece castigo ou pode ser castigado....


    citável | adj. 2 g.

    Que pode ou merece ser citado....


    criticável | adj. 2 g.

    Que se pode ou deve criticar....


    delatável | adj. 2 g.

    Que merece ou deve ser delatado....


    cultivável | adj. 2 g.

    Que pode ou merece ser cultivado....


    digno | adj.

    Merecedor, credor, benemérito....


    espurco | adj.

    Que apresenta sujidade ou pouca higiene (ex.: calçada espurca)....


    inatendível | adj. 2 g.

    Que não pode ou não merece ser atendido....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?