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    mentisse-mas

    entanguido | adj.

    Que está tolhido de frio; que se entanguiu....


    fementido | adj.

    Que não cumpre a palavra....


    mendaz | adj. 2 g.

    Que mente por hábito....


    mentes | adv. | conj.

    Nesse tempo intermédio....


    pio | adj.

    Inclinado à piedade....


    -mente | suf.

    Elemento que forma geralmente advérbios, nomeadamente para indicar o modo (ex.: sinceramente amigo); pode designar tempo ou lugar (ex.: o que se passa atualmente; colocado inferiormente)....


    in mente | loc.

    Na intenção, em projeto....


    Que diz respeito à relação da mente com o mundo exterior (ex.: o paciente tem orientação alopsíquica)....


    Que é relativo à consciência da própria mente e personalidade (ex.: o paciente tem orientação autopsíquica)....


    De modo autopsíquico ou do ponto de vista da consciência da própria mente e personalidade (ex.: o paciente está orientado autopsiquicamente)....


    De modo alopsíquico ou do ponto de vista da relação da mente com o mundo exterior (ex.: o paciente está orientado alopsiquicamente)....


    pseudo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de falso, enganador (ex.: pseudofruto)....


    calúnia | n. f.

    Acusação falsa que fere a honra ou a reputação....


    escova | n. f.

    Utensílio guarnecido de pelos para limpar roupas, tecidos, unhas, dentes, etc....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?