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    mastigou-mas

    boto | adj.

    Que perdeu o gume ou a ponta, não podendo por isso cortar ou furar como antes....


    mastigável | adj. 2 g.

    Que se pode ou deve mastigar (ex.: comprimido mastigável)....


    chicle | n. m.

    Látex que escorre da sapota e é utilizado no fabrico da chiclete....


    didução | n. f.

    Movimento lateral do queixo inferior dos herbívoros ao mastigar e dos ruminantes ao ruminar....


    masséter | n. m.

    Músculo que serve para o movimento da maxila (na mastigação)....


    mastigação | n. f.

    Ato ou efeito de mastigar; trituração....


    mastigadouro | n. m.

    Freio que facilita aos cavalos a mastigação....


    cremalheira | n. f.

    Corrente de ferro, pendente da chaminé, para suspender sobre o fogo o recipiente em que se preparam os alimentos....


    mericismo | n. m.

    Estado patológico em que os alimentos voltam do estômago à boca para serem de novo mastigados....


    Impregnação dos alimentos pela saliva quando se mastigam (ex.: a insalivação prepara a digestão)....


    mastigador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que mastiga ou serve para a mastigação....


    bucinador | adj. n. m.

    Diz-se de ou músculo facial que serve na mastigação e no sopro....


    sabor | n. m.

    Impressão que deixa na boca o que se mastiga ou se engole....


    dentilária | n. f.

    Planta (Plumbago europaea) da família das plumbagináceas, com flores de cor violeta, e cuja raiz, mastigada, era usada para tratar a dor de dentes....


    dentelária | n. f.

    Planta (Plumbago europaea) da família das plumbagináceas, com flores de cor violeta, e cuja raiz, mastigada, era usada para tratar a dor de dentes....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.