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    massajares-mas

    massajador | adj. n. m.

    Que ou aquilo que serve para fazer massagens (ex.: luva massajadora; massajador elétrico)....


    massagear | v. tr. e pron.

    Dar ou fazer massagem (ex.: massagear os músculos; aprender a massagear-se para descontrair)....


    massajar | v. tr. e pron.

    Dar ou fazer massagem (ex.: massajar as pernas; massajou-se no pescoço)....


    jacúzi | n. m. (PT) / n. f. (BR)

    Banheira com um dispositivo de jatos de água para massajar o corpo....


    jacuzzi | n. m. (PT) / n. f. (BR)

    Banheira com um dispositivo de jatos de água para massajar o corpo....


    massajante | adj. 2 g.

    Que massaja ou que serve para massajar....


    malaxar | v. tr.

    Amassar substâncias para as amolecer....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?