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    manobro-tas

    atuável | adj. 2 g.

    Que pode atuar....


    abraço | n. m.

    Ato de abraçar, de apertar entre os braços, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc....


    aríete | n. m.

    Máquina de guerra para arrombar portas e se desconjuntar muralhas....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    cambadela | n. f.

    Ato ou efeito de cambar....


    lance | n. m.

    Ato ou efeito de lançar....


    socairo | n. m.

    Cabo que sobeja em certas manobras náuticas....


    volanteira | n. f.

    Rede que se manobra sucessivamente de uma para outra posição....


    set | n. m.

    Conjunto de objetos usados numa função ou atividade (ex.: set de barbear; set de pneus; set de talheres)....


    bolina | n. f.

    Cabo que manobra a vela para que o vento incida melhor nela....


    bolinete | n. m.

    Cilindro de madeira, na coberta do navio, e que serve de cabrestante para a manobra....


    borrego | n. m.

    Cordeiro de menos de ano....


    manejo | n. m.

    Ato de manejar....


    jogada | n. f.

    Ato de jogar....


    manigância | n. f.

    Manha ou arte com que se fazem habilidades de mãos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.