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    manifestarias

    alcalescente | adj. 2 g.

    Em que se manifesta a alcalescência....


    amical | adj. 2 g.

    Amigável....


    arreitado | adj.

    Que manifesta desejos sexuais....


    biforme | adj. 2 g.

    Que tem duas formas....


    bubónico | adj.

    Relativo a bubão ou que se manifesta por bubões....


    deferente | adj. 2 g.

    Que manifesta deferência ou respeito....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    ecdémico | adj.

    Que se manifesta isoladamente, não atingindo em massa a população (ex.: doença ecdémica)....


    eletrovital | adj. 2 g.

    Que, sendo de natureza elétrica, se manifesta na economia animal....


    entótico | adj.

    Diz-se dos fenómenos da visão que se manifestam quando os olhos estão fechados....


    faneranto | adj.

    Que tem flores aparentes....


    galícola | adj. 2 g.

    Que se manifesta ou vive nas galhas das plantas....


    indiferente | adj. 2 g.

    Que tem ou manifesta indiferença....


    larvado | adj.

    Desequilibrado, maníaco....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?