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    mamo-tos

    mamal | adj. 2 g.

    Relativo às mamas....


    mamalhudo | adj.

    Que tem mamas volumosas....


    mamário | adj.

    Relativo a mama (ex.: região mamária; cancro mamário)....


    mamiforme | adj. 2 g.

    Que tem a forma de mama....


    mamudo | adj.

    Que tem mamas grandes....


    Que tem mais de duas mamas (ex.: animal multimâmio)....


    ipsilateral | adj. 2 g.

    Relativo a ou que está do mesmo lado do corpo ou em relação a uma estrutura anatómica (ex.: recorrência ipsilateral do tumor da mama)....


    amastia | n. f.

    Ausência total ou parcial de mamas....


    beiço | n. m.

    Cada uma das partes carnudas que formam a entrada da boca....


    lumpectomia | n. f.

    Cirurgia destinada a extrair um nódulo, geralmente usada para remover um tumor na mama e algum tecido envolvente, mas sem fazer a extração cirúrgica da mama ou de parte dela, como na mastectomia....


    lactente | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que ainda mama, que se está amamentando....


    marrão | n. m.

    Porco novo que deixou de mamar....


    mastologia | n. f.

    Ramo da medicina que estuda a anatomia, a fisiologia e as patologias da mama....


    mamona | n. f.

    Mama grande....


    telarca | n. f.

    Início do desenvolvimento das mamas (ex.: telarca e pubarca precoces)....


    amazia | n. f.

    Ausência de mamas....


    cria | n. f.

    Animal que ainda mama ou que nasceu há pouco tempo....


    ginecomastia | n. f.

    Desenvolvimento exagerado das mamas no homem....


    mamila | n. f.

    Saliência no centro da mama, onde terminam os canais das glândulas mamárias; bico do peito....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?