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    magoemos

    atrido | adj.

    Entristecido, magoado, pesaroso....


    doído | adj.

    Que sente dor....


    dolorido | adj.

    Dorido, magoado, ressentido....


    grabado | adj.

    Magoado, ofendido....


    magoado | adj.

    Que tem ferida, contusão ou dor física; que se magoou....


    pisado | adj.

    Calcado; magoado; contundido....


    ulcerado | adj.

    Que tem úlcera ou úlceras....


    mágoa | n. f.

    Efeito de magoar....


    sensitivo | adj. | adj. n. m.

    Relativo aos sentidos e à sensação que tem a faculdade de sentir....


    tomado | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que se tomou....


    sentido | adj. | n. m. | interj. | n. m. pl.

    Que se sente, nota ou percebe facilmente (ex.: movimento sentido; sismo sentido)....


    aleijar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Causar aleijão em ou a....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?