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    MAGNETISMO

    magnético | adj.

    Do magnetismo ou a ele relativo....


    Conjunto dos fenómenos magnéticos ligados à elevação da temperatura de um corpo....


    Sensibilidade e reatividade dos seres vivos nos campos magnéticos (terrestre ou artificiais)....


    Ciência que trata das relações existentes entre a eletricidade e o magnetismo....


    mesmerismo | n. m.

    Doutrina de Franz Anton Mesmer (1734-1815, médico alemão) sobre o magnetismo animal e o hipnotismo na cura de doenças....


    Suposta influência de um indivíduo sobre outro ou sobre certos corpos, exercida pelo auxílio de um fluido particular, chamado fluido magnético, animal e vital e pelo esforço da vontade....


    magnetismo | n. m.

    Poder de atração do ferro magnético ou dos magnetes, e faculdade que estes possuem de se orientarem na direção norte-sul....


    Relativo ao magnetismo e à eletricidade (ex.: gerador magnetoelétrico)....


    Relativo ao magnetismo e à eletricidade (ex.: gerador magnetelétrico)....


    charme | n. m.

    Encanto ou atração que algo ou alguém consegue exercer sobre outrem....


    fascínio | n. m.

    Atração que algo ou alguém consegue exercer sobre outrem....


    Propriedade de certas substâncias (ferro, cobalto, níquel) que podem adquirir uma forte magnetização....


    magnetizar | v. tr.

    Pôr sob a influência do magnetismo....


    mesmerizar | v. tr.

    Utilizar o magnetismo animal e o hipnotismo na cura de doenças; praticar mesmerismo em....


    Relativo ao magnetismo e à temperatura (ex.: disjuntor magnetotérmico; proteção magnetotérmica)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?