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    luxamos-tas

    lauto | adj.

    Que apresenta abundância, riqueza ou luxo....


    nababesco | adj.

    Relativo a ou próprio de nababo....


    opíparo | adj.

    Que apresenta abundância, riqueza ou luxo....


    suntuário | adj.

    Relativo a gasto ou despesa....


    ostensivo | adj.

    Que se pode mostrar ou ostentar....


    Conjunto das pessoas de condição social elevada ou que leva uma vida de luxo; elite social....


    luxado | adj.

    Que se luxou....


    alta-roda | n. f.

    Conjunto das pessoas de condição social elevada ou que leva uma vida de luxo; elite social....


    chinesice | n. f.

    Ato, dito, maneira ou costume próprio de chinês....


    pálio | n. m.

    Capa, manto....


    sociedade | n. f.

    Reunião de pessoas unidas pela origem ou por leis....


    trintanário | n. m.

    Criado que se senta na carruagem ao lado do cocheiro e que executa pequenos serviços como abrir a portinhola ou entregar bilhetes-de-visita....


    asiático | adj. | n. m.

    Da Ásia ou a ela relativo....


    grã-finagem | n. f.

    Conjunto das pessoas de condição social elevada ou que leva uma vida de luxo; elite social....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?