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    lucravas-vos

    confiante | adj. 2 g.

    Que confia (ex.: estava confiante de que a empresa iria ter lucro)....


    perdível | adj. 2 g.

    Suscetível de ser perdido....


    tão-pouco | adv.

    Usa-se para repetir ou reforçar uma negação; também não (ex.: nunca pretendeu lucrar com aquilo, nem tão-pouco obter qualquer vantagem)....


    câmbio | n. m.

    Permutação, escambo....


    compêndio | n. m.

    Compilação em que se encontra resumido o mais indispensável de um estudo....


    ganho | adj. | n. m.

    Que se ganhou....


    lambugem | n. f.

    Iguaria muito apetitosa....


    pacotilha | n. f.

    Porção de mercadorias para vender que os passageiros e os tripulantes podem embarcar sem pagar transporte....


    pepineira | n. f.

    Canteiro preparado para conservar e reproduzir plantas....


    rendor | n. m.

    Rendimento; proveito; lucro....


    gadelha | n. f. | n. m.

    Cabelo comprido e desgrenhado....


    gadelho | n. m.

    Cabelo comprido e desgrenhado....


    achega | n. f. | n. f. pl.

    Aditamento; subsídio; auxílio....


    carne | n. f.

    Tecido muscular....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.