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    lograrem-mas

    circunduto | adj.

    Diz-se da citação julgada nula....


    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    logrativo | adj.

    Que logra; trapaceiro; que ilude....


    pícaro | adj.

    Falto de honra e de vergonha....


    sadio | adj.

    Que logra boa saúde....


    armadilha | n. f.

    Artifício para apanhar animais....


    arrastão | n. m.

    Esforço para arrastar....


    escatima | n. f.

    Quantidade insuficiente....


    falácia | n. f.

    Ação de enganar com má intenção....


    falcatrua | n. f.

    Tratantada; logro; engano....


    gambérria | n. f.

    Movimento ou golpe com o pé ou a perna para derrubar ou fazer tropeçar alguém....


    garatusa | n. f.

    Ação ou atitude para enganar....


    pulha | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Dito ou pergunta que se dirige cavilosamente a uma pessoa para que ela fique em situação ridícula....


    sofisma | n. m.

    Argumento capcioso com que se pretende enganar ou fazer calar o adversário....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?