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    levantou-as

    abado | adj.

    Que tem a aba grande ou levantada....


    alça | interj.

    Expressão empregada especialmente para mandar levantar as patas às bestas ao ferrá-las....


    altanado | adj.

    Altaneiro, levantado....


    erguido | adj.

    Alto; elevado; levantado; encrespado....


    estreleiro | adj.

    Diz-se do cavalo que levanta muito a cabeça....


    exaustivo | adj.

    Que trata por completo um tema (ex.: o autor fez o levantamento exaustivo dos prejuízos causados pela seca)....


    insurrecional | adj. 2 g.

    De insurreição ou a ela relativo....


    leva-arriba | interj.

    Designativa para mandar levantar ou para fazer acordar....


    levadiço | adj.

    Que se pode levantar ou abaixar facilmente....


    lêvedo | adj. | n. m.

    Que fermentou....


    modal | adj. 2 g.

    Relativo a modo ou a modalidade....


    péu | interj.

    Usada para obrigar os distraídos a descobrir-se, tirando o chapéu, depois de levantado o pano, numa representação teatral, etc., ou à passagem de qualquer símbolo respeitado....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?