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    LEIAMOS-MAS

    aloeste | adv.

    Para leste; a leste....


    este-oeste | adj. 2 g. 2 núm.

    Que vai de leste até oeste ou para oeste....


    lestes | adj. 2 g. 2 núm.

    Lesto....


    legível | adj. 2 g.

    Que se pode ler....


    liásico | adj. | n. m.

    Em que há lias, calcário argiloso....


    ou | conj.

    Indica alternativa ou opcionalidade (ex.: ver um filme ou ler um livro)....


    perleúdo | adj.

    Que é muito lido, muito sabedor....


    vicário | adj.

    Que substitui ou faz as vezes de outrem....


    Como está em Platão; como se lê em Platão....


    Para compreender e reter na memória um texto, escrevê-lo equivale a lê-lo duas vezes....


    Santo Agostinho, nas hesitações anteriores à conversão, refugiara-se num bosque para meditar e ouviu uma voz pronunciar essas palavras; olhando para o livro que o seu amigo Alípio lia, deparou-se-lhe uma epístola de São Paulo, que decidiu a conversão....


    Inscrição grega atribuída a Quílon, que se lia no frontão do templo de Delfos....


    Axioma da Idade Média, em que o grego era tão ignorado que, nas obras latinas, se passava em claro o que estava escrito em grego; cita-se para exprimir que alguém não se ocupe de uma coisa de que nada entende....


    in albis | loc.

    Sem ter estudado, sem ter lido, sem ter tido conhecimento ou sem ter percebido....


    Resposta graciosa do papa Júlio II a Miguel Ângelo que, estando a esculpir-lhe uma estátua, lhe perguntou se deveria pôr-lhe um livro na mão, ao que o pontífice respondeu que lhe pusesse uma espada, porque io non so lettere....


    arreganhada | n. f.

    Nome comum de vários peixes dos esqualos....


    arrocheiro | n. m.

    O que lida com bestas de carga....


    batalha | n. f.

    Ação geral de guerra, entre dois exércitos ou duas esquadras....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?