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    jogares

    Da esferística ou a ela relativo; do jogo da pela....


    extenuante | adj. 2 g.

    Que causa cansaço, extenuação (ex.: conversa extenuante; jogo extenuante)....


    junto | adj. | adv.

    Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....


    lusório | adj.

    Relativo a jogo ou divertimento....


    picadinho | adj.

    Que se melindra com facilidade; que se ofende por qualquer futilidade....


    sujo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    -atlo | elem. de comp.

    Exprime a noção de competição desportiva (ex.: triatlo)....


    cagativo | adj.

    Que não tem importância (ex.: o jogo teve qualidade, o resto é cagativo)....


    bacanudo | adj.

    Que agrada ou denota qualidades muito positivas; que é muito bacana (ex.: o jogo tem uns gráficos bem bacanudos)....


    lotárico | adj.

    Relativo a lotaria (ex.: jogo lotárico)....


    Que usa as cartas do baralho ainda não distribuídas (ex.: o voltarete é um jogo acascarrilhado)....


    jogável | adj. 2 g.

    Que se pode jogar ou em que se pode jogar (ex.: o jogo é jogável por até quatro pessoas)....


    injogável | adj. 2 g.

    Que não se pode jogar (ex.: jogo injogável; o golfista declarou a bola injogável)....


    Expressão usada para designar o tempo em que a infância já passou, quando se deixou de ser criança....


    pacas | adv.

    Em elevado grau ou quantidade (ex.: curti o jogo pacas)....


    almolina | n. f.

    Jogo antigo, espécie de cabra-cega....


    armão | n. m.

    Peça a que se prende a lança de uma viatura de tração animal....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?