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    jactou-lhas

    repuxo | n. m.

    Ação ou efeito de repuxar....


    jet lag | n. m.

    Conjunto de alterações físicas ou psíquicas resultantes de uma viagem longa de avião através de vários fusos horários....


    gêiser | n. m.

    Jato intermitente de água quente que irrompe do solo....


    jet set | n. m.

    Conjunto de personalidades que constituem um meio rico e internacional habituado a viagens em jato....


    avião | n. m.

    Aparelho de navegação aérea mais pesado que o ar, munido de asas e de um motor a hélices ou a reação....


    chuveiro | n. m.

    Chuva repentina e passageira....


    clarão | n. m.

    Cor afogueada que se vê no ar devido a um fogo intenso....


    ejetor | n. m.

    Aparelho para fazer sair água de um reservatório....


    estrabada | n. f.

    Jato de estrabo ou de excrementos....


    golfada | n. f.

    Líquido que sai de um jato....


    pisseta | n. f.

    Recipiente usado em laboratório para armazenar líquidos, sobretudo água destilada, dotado geralmente de um tubo que permite fazer sair o líquido em jato....


    géiser | n. m.

    Jato intermitente de água quente que irrompe do solo....


    afusão | n. f.

    Jato de água vertido de pouca altura numa parte do corpo, para ali determinar súbita alteração termométrica....


    cachão | n. m.

    Conjunto de bolhas da água fervente....


    descarga | n. f.

    Ato ou efeito de descarregar....


    pazada | n. f.

    Aquilo que uma pá contém (ex.: enfiava pazadas de carvão na fornalha; pazada de terra)....


    spray | n. m.

    Jato obtido com uma bomba de líquido sobre pressão (ex.: spray de água)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.