Pesquisa nas Definições por:

    integre-mos

    Que integra ou promove a integração....


    A coisa no seu primitivo estado, sem ter sofrido alteração....


    musealizável | adj. 2 g.

    Que pode integrar um museu ou ser transformado em peça de museu; que pode ser musealizado (ex.: património musealizável; espaços musealizáveis)....


    calculadora | n. f.

    Máquina que efetua operações aritméticas simples ou complexas e cujas pequenas dimensões são devidas ao emprego de semicondutores e de circuitos integrados....


    Integração das funções motrizes e mentais sob o efeito da educação e do desenvolvimento do sistema nervoso....


    quadro | n. m. | adj.

    Qualquer espaço circundado por quatro lados iguais ou pouco diferentes....


    Integração das capacidades de interação social através da atividade física....


    Ato ou efeito de musealizar, de integrar em museu ou de transformar em peça de museu (ex.: musealização de achados arqueológicos; o plano prevê a musealização do local)....


    domótica | n. f.

    Conjunto das técnicas e dos estudos tendentes a integrar no habitat todos os automatismos em matéria de segurança, de gestão de energia, de comunicação, etc....


    operacional | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que é relativo a operação....


    cipeiro | n. m.

    Pessoa que, numa empresa, integra uma comissão destinada a prevenir acidentes e doenças de trabalho....


    alopoiese | n. f.

    Sistema que integra componentes exteriores....


    circuito | n. m.

    Limite exterior de uma superfície ou de um espaço....


    clínica | n. f.

    Prática da medicina....


    fotonovela | n. f.

    Intriga romanesca ou policial contada sob a forma de fotos acompanhadas de textos, integrados nas imagens....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.