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    infla-a

    inflado | adj.

    Orgulhoso, soberbo....


    inflável | adj. 2 g. | n. m.

    Que se pode inflar ou encher de ar (ex.: bote inflável; bote inflável)....


    enfolar | v. tr.

    Dar aspeto de fole a; enfolechar, empolar; inflar....


    inflar | v. tr., intr. e pron.

    Encher ou encher-se de ar, de vento, de gás....


    pando | adj.

    Que tem um formato arredondado ou curvo (ex.: pandas bochechas; ventre pando)....


    bolso | n. m.

    Compartimento de uma peça de vestuário que serve para guardar pequenos objetos....


    bochecha | n. f.

    Cada uma das partes laterais menos ósseas da face abaixo dos ossos malares e acima do maxilar inferior, suscetíveis de se inflarem....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?