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    intimides-nos

    coercitivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    minaz | adj. 2 g.

    Que ameaça ou intimida (ex.: ar minaz; rosto minaz)....


    ardido | adj.

    Que não tem medo; que não se deixa intimidar pelos perigos nem pelas dificuldades....


    intimidável | adj. 2 g.

    Que se pode ou se deixa intimidar....


    bravata | n. f.

    Ameaça feita de modo arrogante....


    coerção | n. f.

    Ato de coagir ou de forçar pela intimidação, pela força ou pela violência....


    terrorismo | n. m.

    Uso deliberado de violência, mortal ou não, contra instituições ou pessoas, como forma de intimidação e tentativa de manipulação com fins políticos, ideológicos ou religiosos (ex.: luta contra o terrorismo)....


    deterrência | n. f.

    Ação, coisa ou ideia que pretende desencorajar, dissuadir, retardar ou impedir alguém de fazer alguma coisa....


    alarde | n. m.

    Ostentação apregoada (com o fim de intimidar)....


    bluff | n. m.

    Engano propositado....


    aperto | n. m.

    Ato ou efeito de apertar ou de se apertar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?