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    intimidam

    coercitivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    minaz | adj. 2 g.

    Que ameaça ou intimida (ex.: ar minaz; rosto minaz)....


    ardido | adj.

    Que não tem medo; que não se deixa intimidar pelos perigos nem pelas dificuldades....


    intimidável | adj. 2 g.

    Que se pode ou se deixa intimidar....


    bravata | n. f.

    Ameaça feita de modo arrogante....


    coerção | n. f.

    Ato de coagir ou de forçar pela intimidação, pela força ou pela violência....


    terrorismo | n. m.

    Uso deliberado de violência, mortal ou não, contra instituições ou pessoas, como forma de intimidação e tentativa de manipulação com fins políticos, ideológicos ou religiosos (ex.: luta contra o terrorismo)....


    deterrência | n. f.

    Ação, coisa ou ideia que pretende desencorajar, dissuadir, retardar ou impedir alguém de fazer alguma coisa....


    alarde | n. m.

    Ostentação apregoada (com o fim de intimidar)....


    bluff | n. m.

    Engano propositado....


    aperto | n. m.

    Ato ou efeito de apertar ou de se apertar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?